Análise preliminar das doses para avaliação da qualidade da imagem em exames radiográficos na Radiologia Veterinária

Autoria: Ana Carolina B. C. F. Pinto; Mayara T. P. Dias; Andréa C. Santos; Camila S. Melo; Tânia A. C. Furquim
Fonte: Revista Brasileira de Física Médica
Tipo: Artigo
Formato(s): PDF
Ano: 2010
Idioma: Português
Palavras-Chave: dosimetria; qualidade de imagem; radiologia veterinária

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Bobinas de RF Transmissoras/Receptoras com desacoplamento passivo para experimentos de imagens por RMN em pequenos animais

Autoria: Daniel Papoti; Edson L. G. Vidoto; Mateus J. Martins; Alberto Tannús
Fonte: Revista Brasileira de Física Médica
Tipo: Artigo
Formato(s): PDF
Ano: 2010
Idioma: Português
Palavras-Chave: ressonância magnética; equipamentos e acessórios; radiologia veterinária

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Ultrassonografia do Espaço Intervertebral Lombossacro em Cães

Ultrassonografia do Espaço Intervertebral Lombossacro em Cães

Autora: Fernanda Peres Medeiros.

A utilização da ultrassonografia vem se tornando cada vez mais frequente na prática da anestesia regional raquidiana e peridural em pacientes humanos, pois oferece maior segurança e eficácia em relação às técnicas convencionais. Até o presente momento, publicações científicas a cerca do emprego desta modalidade diagnóstica como método de imagem auxiliar em bloqueios de neuroeixo são escassos na medicina veterinária.

Objetivou-se com este estudo: padronizar a imagem ultrassonográfica do espaço intervertebral lombossacro em cães quanto à topografia, ecogenicidade, ecotextura e interrelações entre as estruturas visibilizadas; avaliar a confiabilidade da ultrassonografia em predizer a profundidade do espaço peridural, por meio da mensuração da distância entre a pele e a porção ventral do ligamento amarelo, e avaliar efeito da idade, peso e escore corporal na qualidade das imagens ultrassonográficas.

Procedeu-se a varredura ultrassonográfica do espaço intervertebral lombossacro em 19 cães, em cortes longitudinal mediano, longitudinal paramediano e transversal. Foi possível identificar as estruturas anatômicas nestes diferentes planos de imagem, e as médias e os desvios padrão das medidas obtidas por meio da ultrassonografia em corte longitudinal e transversal, e da medida obtida pós-punção peridural foram, respectivamente, 2,66 ± 1,09cm, 2,75 ± 1,11cm e 2,81 ± 1,27cm.

Concluiu-se que a ultrassonografia é uma técnica eficaz quanto à localização e identificação das estruturas anatômicas lombossacras, e permite determinar com precisão a profundidade do espaço peridural. O plano longitudinal paramediano possibilita a avaliação das estruturas anatômicas enquanto o plano mediano permite a localização do espaço intervertebral lombossacro. Para determinar a profundidade do espaço peridural é recomendado o plano transversal. Não há, neste estudo, efeito da idade na resolução das imagens ultrassonográficas, entretanto há correlação negativa do escore corporal com qualidade da imagem ultrassonográfica, e correlação positiva do tempo de varredura ultrassonográfica com peso corporal.

Para visualizar e baixar a tese completa acesse:

MEDEIROS, Fernanda Peres. Ultrassonografia do Espaço Intervertebral Lombossacro em Cães. 2013. 68 f. Tese (Doutorado em Cirurgia Veterinária) – Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, 2013.

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Leishmaniose Visceral Canina: Estudo Imaginológico em Cães Naturalmente Infectados

Leishmaniose Visceral Canina - Estudo Imaginológico em Cães Naturalmente Infectados

Autor: Alexandre Redson Soares da Silva.

Alterações locomotoras são incomuns em cães com leishmaniose visceral. Embora a origem dos sinais clínicos permaneça obscura, a poliartrite deve ser considerada como um potencial diagnóstico nestes casos. Muitos agentes etiológicos podem causar poliartropatias, sendo estas classificadas em não inflamatórias e inflamatórias. Acredita-se que a poliartrite induzida por Leishmania spp. seja decorrente de uma reação inflamatória granulomatosa, causada pela presença de parasitos ou por uma resposta celular e humoral. O diagnóstico clínico ainda é um desafio para os profissionais de saúde, devido à grande variedade de sinais inespecíficos em decorrência da leishmaniose visceral. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivos avaliar radiotomograficamente as articulações umeroradioulnares, radiocarpicametacárpicas, femurotibiopatelares e tibiotarsicametatársicas, a fim de caracterizar as lesões osteoarticulares, fornecendo subsídios para os clínicos que atuam em áreas endêmicas. Para tanto, foram utilizados 46 cães, naturalmente infectados, com diagnóstico firmado por meio dos exames imunocromatográfico (95,65%), ELISA (97,82%) e/ou parasitológico direto (95,65%), provenientes do Centro de Controle de Zoonoses de Bauru. Não houve predileção quanto ao sexo (1:1). A maioria dos animais não apresentava precisa definição racial (78,26%). A idade variou entre um a 12 anos, com mediana igual a três anos. Sinais clínicos compatíveis com poliartrite foram observados em 32,60%. Alterações radiográficas e tomográficas importantes foram observadas em 77% e 91% dos caninos, respectivamente, sendo as articulações tibiotarsicametatársicas a mais afetada em ambos os testes, acomentendo cães sintomáticos e assintomáticos. Os sinais imaginológicos foram variados, não sendo possível determinar um padrão específico para a doença, porém a presença de trabeculado ósseo evidente, esclerose óssea e osteólise foram os mais frequentemente observados. Ademais, notou-se uma tendência para o envolvimento bilateral e simétrico. Notou-se ausência de significância quando comparadas as lesões radiotomográficas entre os animais sintomáticos e assintomáticos. Diante do estudo conduzido em cães naturalmente portadores de leishmaniose visceral podemos concluir que o exame tomográfico foi mais sensível que o radiográfico; as alterações radiotomográficas apresentaram-se simétricas, bilaterais e com ausência de sinais patognomônicos; as articulações tiobiotarsicametatársicas foram as mais afetadas; a poliartrite associada a leishmaniose visceral é uma condição frequente; a leishmaniose visceral deve ser incluída no diagnóstico diferencial de poliartrite, mesmo na ausência dos sinais clínicos clássicos da doença.

Para visualizar e baixar a tese completa acesse:

SILVA, Alexandre Redson Soares da. Leishmaniose Visceral Canina: Estudo Imaginológico em Cães Naturalmente Infectados. 2014. 128 f. Tese (Doutorado em Biotecnologia Animal) – Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2014.

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Ultrassonografia do Cão e do Gato 5ª Edição

Radiografia e Ultrassonografia do Cão e do Gato 5ª Ed.Autores: J. Kevin Kealy; John P. Graham; Hester Mcallister.

Os desenvolvimentos contínuos das técnicas de diagnóstico por imagem e a crescente disponibilidade de equipamentos mais sofisticados levaram à produção de mais uma edição desse trabalho. Muitas imagens foram substituídas, e imagens novas foram adicionadas. O texto foi extensamente revisto e ampliado. O propósito que norteou a criação do livro desde sua primeira edição permanece inalterado – fazer uma exposição simples e prática sobre os princípios básicos da interpretação de imagens e apresentá-la de modo que possa ser facilmente compreendida e assimilada. Esperamos que esta versão revista seja satisfatória e que acrescente muito ao conhecimento de estudantes e clínicos veterinários de animais de pequeno porte.

Para visualizar uma amostra do livro acesse:

KEALY, J. Kevin; GRAHAM, John P.; McALLISTER, Hester. Ultrassonografia do Cão e do Gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

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Ultrassonografia por Contraste com Microbolhas e Doppler na Avaliação do Baço de Cães com Erliquiose Subclínica

Ultrassonografia por Contraste com Microbolhas e Doppler na Avaliação do Baço de Cães com Erliquiose Subclínica

Autores: M. C. Maronezi; M. A. R. Feliciano; L. Z. Crivellenti; S. Borin-Crivellenti; P. E. S. Silva; C. Zampolo; L. Pavan; B. Gasser; A. P. R. Simões; G. S. Maciel; J. C. Canola; W. R. R. Vicente.

O objetivo deste estudo foi avaliar o parênquima esplênico de cães com erliquiose na fase subclínica, por meio do Doppler e da ultrassonografia por contraste com microbolhas. Dezessete cães naturalmente infectados por E. canis na fase subclínica foram selecionados para este estudo. Por meio da ultrassonografia, avaliou-se a ecotextura, a ecogenicidade, o tamanho e os bordos do baço e, pelo Doppler, foram determinados os índices vasculares da artéria esplênica dos cães. Para a avaliação por contraste com microbolhas, foi utilizado SonoVue, na dosagem de 0,1mL por animal, e determinou-se o tempo de entrada e saída, bem como o pico de realce no tecido esplênico. Ao exame modo-B, foram observadas esplenomegalia com presença de bordas arredondadas, ecotextura heterogênea e ecogenicidade mista do baço. Ao Doppler, foram encontrados valores para os índices vasculares da artéria esplênica: velocidade sistólica: 22,59±8,07cm/s; velocidade diastólica: 5,25±4,66cm/s; e índice de resistência: 0,71±0,14, valores ainda não descritos em veterinária. Pela ultrassonografia com contraste, observaram-se valores para wash-in de 5,31±0.7s, pico de realce de 18,56±2.90s e wash-out de 94,56±35.21s. A ultrassonografia convencional do baço de cães com erliquiose, associada com a utilização do método Doppler e a ultrassonografia contrastada, é uma importante ferramenta na triagem diagnóstica e pode auxiliar a monitoração e a evolução de animais na fase subclínica.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

MARONEZI, M. C. et. al. Ultrassonografia por Contraste com Microbolhas e Doppler na Avaliação do Baço de Cães com Erliquiose Subclínica. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 67, n. 6, p. 1528-1532, nov./ dez. 2015. (Texto em inglês)

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Aplicações do Exame Radiográfico na Avaliação da Coluna Vertebral de Equinos

Aplicações do Exame Radiográfico na Avaliação da Coluna Vertebral de Equinos

Autores: Livia Pasini de Souza; Zara Bortolini; Thiago Rinaldi Müller; Roberta Valeriano Santos; Luiz Carlos Vulcano.

Dentre as enfermidades que levam à claudicação, as alterações na coluna vertebral são frequentemente consideradas como diagnóstico diferencial. Dos métodos de imagem, a radiografia convencional é a principal modalidade utilizada para abordar a coluna vertebral de equinos, devido sua praticidade e baixo custo. As principais indicações para a realização do exame são sensibilidade ou dor na região cervical, postura anormal da cabeça ou pescoço, ataxia, claudicação mais evidente em membros torácicos, histórico de trauma e suspeitas de malformações ósseas e mielopatia estenótica. A avaliação das radiografias é baseada no conhecimento prévio da anatomia normal e suas variações, na postura da cervical do animal durante a realização do exame, da análise da relação sagital do diâmetro do canal vertebral e da compreensão das limitações da técnica e do aparelho diante da sobreposição das estruturas adjacentes. Assim sendo, este trabalho busca auxiliar no diagnóstico das principais enfermidades vertebrais de equinos ao revisar e descrever as estruturas anatômicas, as alterações visibilizadas e as limitações do exame radiográfico da coluna vertebral destes animais.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SOUZA, Livia Pavini de. et. al. Aplicações do Exame Radiográfico na Avaliação da Coluna Vertebral de Equinos. Arquivos de Ciências Veterinárias e Zoologia da UNIPAR, Umuarama, v. 16, n. 1, p. 87-92, jan./ jun. 2013.

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Avaliação Cintilográfica de Diferentes Doses de Tecnécio-99m na Padronização da Perfusão Pulmonar em Cães da Raça Rottweiller

Avaliação Cintilográfica de Diferentes Doses de Tecnécio-99m na Padronização da Perfusão Pulmonar em Cães da Raça Rottweiller

Autores: Gabriela Silva Rodrigues; Ricardo Romão Guerra; Flávio Ribeiro Alves; André Luís Rezende Franciolli; Phelipe Oliveira Favaron; Fabio Luiz Navarro Marques; Patricia Russano Cuyumjian; Maria Angélica Miglino; Horácio Luis Tommasi JuniorCarlos Alberto Buchpiguel; Pedro Primo Bombonato.

A avaliação da função pulmonar em cães pode ser obtida mediante exames cintilográficos, os quais incluem a injeção de radiofármacos, seguida de radiografias. Neste estudo, foram utilizados 10 cães machos hígidos da raça Rottweiler e radiograficamente normais e soronegativos para dirofilariose, com administração de doses variadas de macroagregado de albumina sérica humana marcados com tecnécio-99m ([99mTc](MAA)). Os resultados foram avaliados qualitativa e quantitativamente, considerando o índice de perfusão pulmonar e sua homogeneidade, sendo dessa maneira visualizado um aumento na homogeneidade da imagem diretamente relacionado ao número de partículas de MAA injetado. Este estudo define os critérios de normalidade e de dosagem na perfusão pulmonar em cães hígidos da raça rottweiller estabelecidos com a técnica de cintilografia.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

RODRIGUES, Gabriela Silva; et. al. Avaliação Cintilográfica de Diferentes Doses de Tecnécio-99m na Padronização da Perfusão Pulmonar em Cães da Raça Rottweiller. Ciência Rural, Santa Maria, v. 40, n. 3. p. 554-560, mar. 2010.
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Diagnóstico de Alterações Neurológicas Compressivas da Medula Espinal de Cães com o uso da Tomografia Computadorizada (TC) Helicoidal

Diagnóstico de Alterações Neurológicas Compressivas da Medula Espinal de Cães com o uso da Tomografia Computadorizada (TC) Helicoidal

Autores: Roberto Robson Borges dos Santos; Kátia G. Requião; Francisco de Assis Dórea Neto; Eduardo Luiz T. Moreira; Stella Maria Barrouin Melo.

Alterações neurológicas em cães são comuns na rotina da clínica médica, sendo necessário identificar o sítio de lesão quando da ocorrência de neuropatias por compressão em estruturas do Sistema Nervoso Central (SNC). O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo epidemiológico das alterações neurológicas compressivas em medula espinal de cães domiciliados em Salvador e região metropolitana: Discopatias, Neoplasias e Traumas identificadas através da Tomografia Computadorizada (TC). Foram avaliados 17 cães de diversas raças com idade entre 2 e 10 anos e de ambos os sexos, atendidos na rotina de dois serviços médicos-veterinários e encaminhados para realização do exame conforme indicação clínica. Imagens em cortes com espessura variando de 0,5 a 2mm em rotação foram produzidas com o Tomógrafo. Dos animais que apresentaram discopatia 12/17 (70,58%), por mielopatia extradural 6/12 (50 %), foram da raça Dachshund com idade média 7,33±1,97 anos e para todos os outros a ocorrência foi pontual; 23,53 % de osteopatias vertebrais, neoplasias ósseas e fraturas, e 5,89% correspondente a neoplasia de medula. Houve uma maior frequência de lesões nos segmentos C4-C6 3/12 (25%), T12-T13 (25 %) e L2-L3 (25 %) dos casos.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SANTOS, Roberto Robson Borges dos. Diagnóstico de Alterações Neurológicas Compressivas da Medula Espinal de Cães com o uso da Tomografia Computadorizada (TC) Helicoidal. Pesquisa Veterinária Brasileira, Rio de Janeiro, v. 34, n. 6, p. 569-575 , jun. 2014.
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Aplicações da Ultrassonografia Doppler na Avaliação Reprodutiva de Cães

Aplicações da Ultrassonografia Doppler na Avaliação Reprodutiva de Cães

Autoras: Lúcia Daniel Machado da Silva; Mirley Barbosa de Souza; Luana Azevedo de Freitas; Claudia da Cunha Barbosa.

A ultrassonografia modo-B tornou-se há muito tempo importante na avaliação do trato reprodutivo normal, bem como no diagnóstico de distúrbios reprodutivos em cães. O surgimento mais recente da ultrassonografia Doppler permitiu um acréscimo de ferramentas na avaliação reprodutiva, uma vez que ela permite investigar os padrões de fluxo sanguíneo dos vasos que irrigam as diferentes partes que compõem o trato reprodutivo e para avaliar o fluxo sanguíneo dos vasos materno-fetais, bem como das glândulas mamárias. Dessa forma, esse trabalho teve como objetivo fazer um apanhado dos trabalhos referentes à ultrassonografia Doppler na reprodução canina.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Lúcia Daniel Machado da; et. al. Aplicações da Ultrassonografia Doppler na Avaliação Reprodutiva de Cães. Acta Veterinaria Brasilica, Mossoró, v. 8, supl. 2, p. 275-283, 2014.
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Avaliação Ultrassonográfica Gástrica em Pequenos Animais

Avaliação Ultrassonográfica Gástrica em Pequenos Animais

Autores: Luciana Carandina da SilvaAlexandra Frey BelottaVania Maria Vasconcelos MachadoLuiz Carlos Vulcano.

Os pequenos animais são frequentemente acometidos por doenças gástricas, que por sua vez, produzem sinais clínicos inespecíficos, que podem ocorrer em enfermidades como piometra, pancreatite, insuficiência renal, entre outras. A utilização dos exames de imagem para a diferenciação dessas afecções é essencial. A ultrassonografia apresenta grande valia na avaliação gástrica por permitir a visibilização e mensuração da parede e pregas, além de possibilitar a identificação do conteúdo intraluminal. Neste artigo de revisão de literatura descrevemos a técnica ultrassonográfica para avaliação gástrica, assim como seus aspectos normais e as alterações encontradas nas principais doenças que acometem os pequenos animais.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Luciana Carandina da; et. al. Avaliação Ultrassonográfica Gástrica em Pequenos Animais. Veterinária e Zootecnia, Botucatu, v. 20, n. 4, p. 567-575, dez. 2013.
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Contribuição das Projeções Oblíquas em Mielografias de Pequenos Animais para a Localização de Lesões Medulares Causadas por Processo Degenerativo do Disco Intervertebral

Contribuição das Projeções Oblíquas em Mielografias de Pequenos Animais para a Localização de Lesões Medulares Causadas por Processo Degenerativo do Disco Intervertebral

Autores: Karen Maciel Zardo; Adriane Provasi; André Luis Selmi; João Pedro Andrade Neto.

Mielografia é uma técnica radiográfica na qual se administra meio de contraste no espaço subaracnóideo para avaliar a medula espinhal. Múltiplas projeções radiográficas fornecem uma exploração circunferencial da medula, auxiliando na localização mais precisa de compressões nesta região. Objetivou-se demonstrar a contribuição das projeções oblíquas, pouco exploradas em exames de mielografia, para a localização de lesões medulares extradurais em cães e gatos causadas por processo degenerativo do disco intervertebral. Foram avaliadas 116 mielografias e observou-se que em 36,2% dos casos as projeções oblíquas foram imprescindíveis para a localização exata das lesões. A associação entre as projeções ventrodorsal e oblíquas se mostraram mais úteis para a localização da lesão do que quando avaliadas isoladamente e as projeções oblíquas esquerda e direita foram igualmente importantes.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

ZARDO, Karen Maciel; et. al. Contribuição das Projeções Oblíquas em Mielografias de Pequenos Animais para a Localização de Lesões Medulares Causadas por Processo Degenerativo do Disco Intervertebral. Ciência Rural, Santa Maria, v. 40, n. 11, p. 2324-2331, nov. 2010.
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Tratamento Hipofracionado de Radioterapia em Felinos Portadores de Carcinoma Epidermóide Facial

Tratamento Hipofracionado de Radioterapia em Felinos Portadores de Carcinoma Epidermóide Facial

Autores: Simone Carvalho dos Santos Cunha; Luis Alfredo Vidal de Carvalho; Paulo César Canary; Márcio Lemberg Reisner; Katia Barão Corgozinho, A.N. Pereira; Paula Gazé Holguin; Heloisa Justen Moreira de Souza; Ana Maria Reis Ferreira.

Avaliou-se a eficácia do protocolo radioterápico hipofracionado no tratamento de felinos portadores de carcinoma epidermóide facial. Um protocolo hipofracionado de radioterapia foi aplicado em cinco gatos portadores de um ou mais carcinomas epidermóides faciais, em um total de 10 lesões neoplásicas, confirmadas por meio de análise histológica. Duas lesões foram classificadas como T1, quatro como T2, duas como T3 e duas como T4. Os animais foram submetidos a quatro frações radioterápicas de 7,6 a 10gy, com intervalo de uma semana entre elas, utilizando-se um acelerador linear com feixe de elétrons. O acompanhamento dos animais foi realizado semanalmente durante o tratamento e aos 30 e 60 dias após o término da radioterapia. Neste estudo, 40% das lesões resultaram em remissão completa, 40% em remissão parcial e 20% não apresentaram resposta ao tratamento. A taxa de resposta encontrada nessa pesquisa foi baixa, porém o protocolo de hipofracionamento radioterápico foi seguro para gatos com carcinoma epidermóide facial e resultou em efeitos colaterais leves/moderados.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

CUNHA, Simone Carvalho dos Santos. et. al. Tratamento Hipofracionado de Radioterapia em Felinos Portadores de Carcinoma Epidermóide Facial. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinára e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 62, n. 5, p. 1135-1141, 2010.
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Radiologia e Ecografia em Aves e Répteis

Radiologia e Ecografia em Aves e Répteis

Autora: Ana Maria Martins Tem Tem.

Nos períodos compreendidos entre Outubro-Novembro e Janeiro-Fevereiro, decorreu o meu estágio curricular em duas instituições: no Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP) e na Fundação Parque Zoológico de São Paulo, respectivamente. No Hospital Veterinário da FMVZ da USP estagiei no Serviço de Diagnóstico por Imagem do Departamento de Cirurgia. Neste serviço, participei na realização das técnicas de diagnóstico por imagem, ecografia e radiologia, tanto na clínica de cães e gatos, como de animais exóticos (principalmente aves e quelónios). Durante este período desenvolvi e apliquei conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Foi-me dada a oportunidade de participar em todas as fases da realização dessas técnicas: preparação e contenção do animal, revelação, interpretação e elaboração do relatório. Na Fundação Parque Zoológico de São Paulo (FPZSP), participei em todas as actividades na clínica de animais em cativeiro e de vida livre, procurando sempre participar na realização dos exames de diagnóstico por imagem (radiologia e ecografia). Ao longo do estágio, apercebi-me das grandes dificuldades existentes nesta área. Assim, procurei sempre recorrer aos conceitos aplicados na clínica de cães e gatos como ponto de partida, pois as técnicas de diagnóstico por imagem em animais selvagens e exóticos não estão ainda tão avançadas como na clínica de pequenos animais. Este facto foi um dos motivos que contribuiu para a escolha do tema do meu relatório, procurando assim esclarecer algumas das muitas dúvidas existentes nesta área. Uma vez que o número de espécies selvagens é tão vasto e variado, abordei essencialmente a radiologia e a ecografia em aves e répteis, pois foram as espécies e as técnicas de diagnóstico por imagem com que mais trabalhei ao longo deste estágio.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

TEM TEM, Ana Maria. Radiologia e Ecografia em Aves e Répteis. Porto, 2009. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) – Instituto Politécnico de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, 2009.
(Tamanho 3,22 MB)

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Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos: Padronização da Técnica e Descrição Anatômica

Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos - Padronização da Técnica e Descrição Anatômica

Autores: Thassila Caccia Feragi Cintra; Cibele Figueira Carvalho; Anelise Carvalho Nepomuceno; Júlio Carlos Canola.

O interesse pelo estudo do sistema nervoso central vem crescendo na Medicina Veterinária. A ultrassonografia transcraniana (USTC) tem a vantagem de ser não invasiva e de baixo custo comparada à tomografia computadorizada (TC) e à ressonância magnética (RM). O osso temporal tem sido utilizado como janela acústica na realização da ultrassonografia transcraniana em seres humanos. Este trabalho teve como objetivo correlacionar imagens ultrassonográficas transcranianas obtidas através das janelas temporal e occipital com a
anatomia encefálica em cães adultos hígidos, identificando nas imagens as estruturas encefálicas e padronizando a técnica de exame. Foram utilizados 37 cães adultos, sem raça definida: 30 animais in vivo, para realização da varredura ultrassonográfica transcraniana e sete cadáveres para a secção do encéfalo, a similitude dos planos ultrassonográficos transcraniano. As imagens ultrassonográficas foram correlacionadas com os cortes anatômicos para identificação e quantificação das estruturas encefálicas passíveis de visibilização por meio do exame ultrassonográfico. Os dados foram analisados utilizando o teste não paramétrico de Wilcoxon comparando com um valor hipotético. Os resultados obtidos indicaram que a ultrassonografia transcraniana é um método diagnóstico viável pra avaliação do encéfalo de cães com peso corporal até 10kg, por meio de planos dorsal e dorsais oblíquos, sem a necessidade de anestesiar o paciente.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

CINTRA, Thassila Caccia Fegari. et al. Ultrassonografia Transcraniana em Cães Adultos Hígidos: Padronização da Técnica e Descrição Anatômica. Veterinária e Zootecnia, Botucatu,  v. 19, n. 1, s. 1, p. 47-50, 2012.

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Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos

Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos

Autores: Roberta Valeriano dos Santos; Vânia Maria de Vasconcelos Machado; Felipe Carvalho Evangelista; Roberto Calderon Gonçalves; Luiz Carlos Vulcano.

O sistema respiratório de grandes animais é um sistema complexo e desafiador que motiva diversos estudos na medicina veterinária. Dentre os exames complementares para avaliação do sistema respiratório, as técnicas de imagem fornecem informações importantes para condução do diagnóstico e prognóstico dos animais. Os principais métodos utilizados na rotina são a radiografia, a ultrassonografia convencional e a endoscopia. A tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a cintilografia também podem ser utilizadas, porém com restrições quanto a relação custo/benefício, tamanho dos animais e complexidade do exame. É importante que novos estudos sejam realizados para que os exames que envolvem alta tecnologia sejam adaptados para a rotina e forneçam informações seguras que justifiquem o custo/benefício da técnica. O objetivo deste trabalho é revisar a aplicação dos diversos métodos de diagnóstico por imagem na avaliação do sistema respiratório e as contribuições para maior entendimento da dinâmica respiratória de equinos.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SANTOS, Roberta Valeriano dos; et. al. Diagnóstico por Imagem na Avaliação do Sistema Respiratório de Equinos. Veterinária e Zootecnia, Botucatu, v. 19, n. 1, p. 23-32, mar. 2012.

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Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC)

Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC)

Autora: Paula Abi Rached.

Introdução: A dacriocistografia convencional (DCG) é a técnica de imagem mais utilizada para a avaliação do sistema lacrimal excretor. Recentemente, DCG por ressonância magnética (DCG-RM) e por tomografia computadorizada (DCG-TC) têm sido empregadas em pacientes humanos. No entanto, em cães, os relatos de investigações sobre estas técnicas são escassos. Os objetivos, com este estudo, foram: o desenvolvimento de protocolos de RM e TC; a comparação destas técnicas para avaliação do sistema lacrimal excretor; a avaliação biométrica do ducto nasolacrimal e a apresentação da utilidade de ferramentas de reconstrução tridimensional para a visibilização do sistema lacrimal excretor em cães. Material e Métodos: DCG-RM e DCG-CT foram realizadas bilateralmente em 32 cadáveres de cães. Após canulado, o canalículo superior foi preenchido com meio de contraste (contraste iodado puro e gadolínio 1:200, para CT e RM respectivamente). Imagens transversais e tridimensionais de TC foram obtidas utilizando-se cortes de 0,8 mm e 2 mm de espessura. O protocolo de RM incluiu as sequências T1W/ 3D/ FFE, T1W/ TSE e PDW/ TSE. Em ambas as técnicas, foram testadas as orientações perpendicular e oblíqua dos cortes. Os diâmetros transversais e longitudinais e o comprimento dos ductos nasolacrimais de 23 cães foram mensurados bilateralmente. Resultados: no exame de DCG-TC, todos os componentes foram visibilizados de modo satisfatório na grande maioria dos animais. O exame de DCG-RM apresentou tempo de varredura mais longo, obtendo-se melhores resultados com a sequência T1W/ 3D/ FFE. As médias dos diâmetros transversais para os grupos de peso corporal 1, 2 e 3 nas três regiões avaliadas variaram entre 1,07 mm e 1,09 mm. As médias dos diâmetros longitudinais para as classes 1, 2 e 3 nas três regiões avaliadas variaram entre 1,34 mm e 3,31 mm. As médias dos comprimentos do ducto nasolacrimal nos grupos 1, 2 e 3 de cães foram respectivamente: 70 mm, 93,55 mm e 108,2 mm. Conclusões: A TC é a técnica mais indicada para avaliação do SLE em cães. A sequência T1W 3D FFE permitiu a obtenção de melhores resultados comparativamente às sequências de RM. Técnicas reconstrução tridimensional mostraram-se úteis para entendimento das relações anatômicas craniais e quanto à análise biométrica. Observou-se correlação entre os diâmetros e os comprimentos com as classes de peso corporal.

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RACHED, Paula Abi. Dacriocistografia em Cães com o Emprego da Ressonância Magnética (DCG-RM) e da Tomografia Computadorizada (DCG-TC). Jaboticabal, 2009. Tese (Doutorado em Cirurgia Veterinária – Radiologia), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Jaboticabal, 2009.
(Tamanho: 3,41 MB)

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Avaliação Radiográfica das Alterações Morfológicas no Segmento Torácico da Coluna Vertebral em Cães da Raça Buldogue FrancêsAutora: Lyvia Cabral Ribeiro Carvalho.

A má-formação vertebral é comum em cães braquicefálicos de cauda torcida, como os buldogues franceses. Que provoca desvio do eixo da coluna vertebral. A maioria dos portadores é assintomática e os sinais clínicos, quando manifestados, são referentes à compressão medular (hérnia discal). O diagnóstico desta má-formação é realizado por exame radiográfico de segmento torácico de coluna vertebral em incidências lateral e ventro-dorsal ou dorso-ventral. Para o presente estudo foram avaliados 24 exames radiográficos de cães da raça Buldogue Francês independentemente de idade e sexo, atendidos no HUVET-UFF no período de agosto de 2009 até outubro de 2010. Foram observados 3 tipos de má formação diferentes quanto a morfologia da vértebra, sendo hemivértebra observada em 47 vértebras, correspondendo a 55,95%. A má-formação em coluna vertebral foi observada em 91,67% dos animais, correspondendo a 22 animais portadores, o número de má formações em cada animal variou de 0 a 9 e a vértebra com maior ocorrência de má-formação foi a T8. Foram observados 12 animais portadores de desvio do eixo vertebral dentro do universo de 22 portadores de má-formação representando 54,55% de ocorrência de desvio. Com relação ao tipo de desvio foram observados 58,3% de ocorrência de cifose. Observou-se correlação entre localização do defeito e desvio de eixo, sendo os defeitos ventrais responsáveis pela cifose, os laterais pela escoliose, os dorsais pela lordose e os latero-ventrais pela  cifoescoliose. Foi proposta no presente trabalho uma classificação para os defeitos de segmentação vertebral utilizando uma combinação de letras para estabelecer a classe, tendo a DSV-M-R-H/B uma ocorrência de 40,91%. Não foi observada diferença significativa entre sexo. Os defeitos de segmentação vertebral são muito frequentes em Buldogues Franceses, entretanto a maioria dos portadores é assintomática. A má-formação mais comum é a hemivértebra e a vértebra mais acometida pelo defeito é a T8.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

CARVALHO, Lyvia Cabral Ribeiro. Avaliação Radiográfica das Alterações Morfológicas no Segmento Torácico da Coluna Vertebral em Cães da Raça Buldogue Francês. Niterói, 2011. Dissertação (Mestrado em Clínica e Reprodução Animal) – Faculdade de Medicina Veterinária, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2011.
(Tamanho: 2,06 MB)

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