Densitometria Óssea de Dupla Absorção de Raio X (DXA) em Crianças Nascidas Pré-Termo Comparada com seus Pares a Termo nos Primeiros 6 Meses

Autoras: Virginia S. Quintal; Edna M. A. Diniz; Valeria de F. Caparbo; Rosa M. R. Pereira.

Objetivos: Avaliar longitudinalmente o conteúdo mineral ósseo (CMO), a densidade mineral óssea (DMO) e a massa magra do corpo inteiro obtidos através da densitometria óssea de dupla absorção de Raios X (DXA) em recém-nascidos pré-termo (RNPT) e comparar com seus pares a termo (RNT) desde o nascimento até 6 meses de idade pós-natal corrigida.

Métodos: Foram estudados 28 recém-nascidos adequados para a idade gestacional: 14 recém-nascidos pré-termo e 14 recém-nascidos a termo. Utilizando-se a DXA, foram determinados CMO, DMO e massa magra em três momentos: 40 semanas de idade pós-concepcional corrigida, 3 e 6 meses de idade pós-natal corrigida. Os recém-nascidos pré-termo apresentavam ao nascimento uma idade gestacional igual ou inferior a 32 semanas e receberam leite da própria mãe ou leite humano de banco.

Resultados: Todos os recém-nascidos apresentaram um aumento nos valores de CMO, DMO e massa magra durante o estudo. Os recém-nascidos pré-termo apresentaram menor CMO, DMO e massa magra, com 40 semanas de idade pós-concepcional corrigida, em relação aos recém-nascidos a termo (p < 0,001, p < 0,001, e p = 0,047, respectivamente). Entretanto, houve uma aceleração no processo de mineralização nos pré-termos, suficiente para atingirem os valores normais do recém-nascidos a termo aos 6 meses de idade corrigida.

Conclusões: Este estudo sugere que a densitometria óssea de dupla absorção de Raios X constitui um bom método para a avaliação dos parâmetros de composição corporal no início e no seguimento destes recém-nascidos pré-termo.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

QUINTAL, Virginia S. et. al. Densitometria Óssea de Dupla Absorção de Raio X (DXA) em Crianças Nascidas Pré-Termo Comparada com seus Pares a Termo nos Primeiros 6 Meses. Jornal de Pediatria, Porto Alegre, v. 90, n. 6, p. 556-562, nov./ dez. 2014.

Artigos relacionados:

Artigo da mesma fonte:

 

 Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD)

Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD)

Autores: Vinicius Martins Vilela; Laís Dutra de Freitas; Henrique Freitas Araújo; Mariana Carneiro Figueiredo; Cejana de Mello Campos; Parizza Ramos de Leu Sampaio; Osvaldo Sampaio Netto.

Objetivo: avaliar a utilização da calculadora de perda óssea disponibilizada pela International Society for Clinical Densitometry (ISCD).

Métodos: Avaliar as densitometrias ósseas realizadas no período de fevereiro a maio de 2015 no Hospital das Forças Armadas pela clinica de Medicina Nuclear.

Resultados: Dentre os exames analisados obteve-se 56 pacientes com diagnóstico de osteopenia, 16 de osteoporose e 28 diagnósticos de massa óssea normal. Para pacientes com massa óssea normal a média de previsão de tempo no pior cenário (perda óssea rápida com taxa máxima – 2%) para atingir T-score de -2.5 foi de 11,07 anos (valor mínimo de 8 anos e máximo de 16,5 anos) e pacientes com osteopenia a média foi de 3,36 anos (valor mínimo de 0,5 anos e máximo de 7 anos).

Conclusão: O intervalo de realização da densitometria deve ser individualizado, sendo que em um paciente com perda óssea rápida, a realização de densitometria deve ter um intervalo mínimo de seis meses a um ano enquanto que em um paciente com perda relacionada estritamente ao envelhecimento o intervalo mínimo deve ser de um a dois anos.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

VILELA, Vinicius Martins. et. al. Estimativa da Frequência de Realização de Densitometria Óssea a partir da Calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD). Revista de Medicina e Saúde de Brasília, Brasília, v. 4, n. 3, p. 280-287, set./ dez. 2015.

Artigos relacionados:

Artigo da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons - by
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral

Autores: Rodrigo Rezende; Igor Machado Cardoso; Rayana Bomfim Leonel; Larissa Grobério Lopes Perim; Tarcísio Guimarães Silva Oliveira; Charbel Jacob Júnior; José Lucas Batista Júnior; Rafael Burgomeister Lourenço.

Objetivo: avaliar a densidade mineral óssea em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica. Métodos: estudo prospectivo, descritivo, em que se avaliaram, além da densitometria óssea, dados antropométricos. Como critério de inclusão, adotamos pacientes com paralisia cerebral tetraespástica, cadeirantes, entre 10 e 20 anos e com escoliose neuromuscular. Resultados: avaliamos 31 pacientes, 20 do sexo feminino, cuja média de idade foi de 14,2 anos. A média da circunferência bicipital, da panturrilha e do IMC foi de 19,4 cm, 18,6 cm e 16,9 Kg/m2, respectivamente. O desvio padrão médio encontrado na densitometria óssea foi de –3,2 (z‐score), o que caracteriza osteoporose. Conclusão: existe elevada incidência de osteoporose em pacientes portadores de escoliose neuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

REZENDE, Rodrigo; et. al. Avaliação da Densidade Mineral Óssea em Pacientes Portadores de Escoliose Neuromuscular Secundária a Paralisia Cerebral. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 50, n. 1, p. 68-71, jan./ fev. 2015.
(Tamanho: 483 KB)

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose

Autores: Gustavo Chab Pistelli; Vanessa Abreu Sanches MarquesLilian Cristina Vessoni IwakiMariliani Chicarelli da Silva; Neli Pieralissi; Elen de Souza Tolentino.

Considerada como a epidemia silenciosa do século pela Organização Mundial de Saúde, a osteoporose afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A perda de osso ocorre progressivamente e muitas vezes sem sintomas, até que uma fratura ocorra pela primeira vez. A densitometria é hoje o exame de referência para o diagnóstico da osteoporose. A osteoporose também pode apresentar manifestações na cavidade oral e, baseando-se nesses achados, alguns estudos têm procurado demonstrar que a radiografia panorâmica pode auxiliar no diagnóstico da osteoporose. Este trabalho tem como objetivo discutir a utilização da radiografia panorâmica no diagnóstico precoce da osteoporose por meio de revisão de literatura.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

PISTELLI, Gustavo Chab; et. al. Contribuição da Radiografia Panorâmica no Diagnóstico da Osteoporose. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, v. 26, n. 1, p. 71-80, jan./ abr. 2014.
(Tamanho: 204 KB)

Artigos relacionados:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

 

Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto

Autora: Diana Isabel Alves e Costa Oliveira.

Introdução: A relevância da osteoporose masculina tem aumentado com o envelhecimento populacional e é sublinhada pela maior mortalidade pós-fractura encontrada nos homens. Foram identificados factores de risco clínicos que podem causar osteoporose secundária. A densitometria óssea é o procedimento diagnóstico de escolha para osteoporose e existem recomendações para a sua utilização. Objectivo: Caracterizar os homens com idade superior a 19 anos que foram submetidos a uma avaliação por densitometria óssea no período de 1 de Janeiro de 2009 a 31 de Outubro de 2010 no Centro Hospitalar do Porto. Metodologia: Consulta da listagem de exames efectivados no Serviço de Medicina Nuclear e selecção dos homens que realizaram pelo menos uma densitometria óssea no período seleccionado. Colheita de dados referentes a esses homens a partir da aplicação informática Serviço de Apoio ao Médico. Análise estatística descritiva no programa SPSS Versão 13.0. Resultados: A amostra obtida era constituída por 351 homens; 16,8% tinham entre 20 e 34 anos, 29,9% entre 35 e 49 anos, 41,0% entre 50 e 69 anos e 12,3% tinham 70 anos ou mais. Os motivos para realização de densitometria mais frequentes foram transplante de órgão (23,6%), doença renal e hepática crónica (14,5%) e corticoterapia prolongada (14,2%). O intervalo aproximado entre as duas últimas densitometrias foi de menos de seis meses em 3,2% dos doentes, um ano em 42,4%, dois anos em 36,0%. Dos homens que realizaram densitometria por fazerem corticoterapia prolongada, 64,0% fizeram apenas uma avaliação. Conclusões: A maioria dos doentes sob corticoterapia prolongada que realizou uma densitometria não foi seguida com avaliações subsequentes, ao contrário do que é recomendado na literatura. A existência provável ou confirmada de fractura foi um motivo para avaliação densitométrica registado muito poucas vezes, o que reflecte atenção à prevenção da osteoporose masculina. Parece existir um excesso de requisição de densitometrias.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

OLIVEIRA, Diana Isabel Alves e Costa. Caracterização da População Masculina Submetida a uma Densitometria Óssea no Serviço de Medicina Nuclear do Centro Hospitalar do Porto. Porto, 2011.Dissertação (Mestrado Integrado em Medicina) – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Porto, 2011.
(Tamanho: 443 KB)

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-Não Comercial 4.0 Internacional.

Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea

Autores: Ana Carolina Veiga Silva; Maria Inês da Rosa; Bruna Fernandes; Suéli Lumertz Souza; Rafaela Maria Diniz; Maria Eduarda Fernandes dos Reis Damiani.

O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de osteopenia e osteoporose em uma população de mulheres que fizeram exames de densitometria em uma clínica especializada no sul do Brasil. Nós conduzimos um estudo transversal, incluindo 1.871 mulheres que se submeteram à densitometria óssea entre janeiro e dezembro de 2012. Foi feita uma análise de regressão logística com todas as variáveis independentes e os desfechos (osteopenia, osteoporose e risco de fraturas). A densitometria óssea foi diagnosticada como normal em 36,5% das mulheres, 49,8% com osteopenia e 13,7% com osteoporose. Estar na menopausa e ter mais de 50 anos foram fatores de risco para osteopenia e osteoporose, enquanto ter feito histerectomia e apresentar índice de massa corporal (IMC) maior do que 25 foram fatores de proteção. Para o desfecho fratura em qualquer sítio, os fatores associados foram idade acima de 50 anos e osteopenia ou osteoporose, (OR = 2,09, intervalo de confiança [IC]: 1,28‐3, 95%, 40) e (OR = 2,49, 95% CI: 1,65‐3, 74), respectivamente.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SILVA, Ana Carolina Veiga; et. al. Fatores Associados à Osteopenia e Osteoporose em Mulheres Submetidas à Densitometria Óssea. Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, 2014.
(Tamanho: 555 KB)

In English: Factors Associated with Osteopenia and Osteoporosis in Women Undergoing Bone Mineral Density Test.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-Não Comercial-Sem Derivações 4.0 Internacional.

Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea

Autoras: Ozielvia de Azevedo Pinheiro; Raquel Miguel Rodrigues.

A osteoporose é reconhecida como enfermidade limitante da qualidade de vida seus efeitos podem ser devastadores na saúde física e psicossocial, com grandes prejuízos financeiros. Apesar da existência de vários estudos sobre a prevalência da osteoporose, existem variações das taxas de ocorrência devido às diferenças características de cada população estudada, bem como, às características metodológicas. Identificar as características demográficas, especialmente idade e origem étnica a partir dos resultados dos exames de Densitometria Óssea. Trata-se de um estudo observacional com corte transversal, retrospectivo, através de análise documental com revisão dos prontuários com os resultados dos exames de Densitometria Óssea referente ao período de Julho de 2006 à Dezembro de 2007 dos pacientes do gênero feminino com a faixa etária entre 50 a 90 anos ou mais onde preconizou a raça e a faixa etária para os fatores associados à fratura de fêmur. Após a análise de 926 prontuários, pode-se observar a ocorrência de 15% de osteoporose, 46% de osteopenia e 39% normal. Na faixa etária de 70-80 anos da raça branca, centrou-se a maioria dos casos de osteoporose. As características demográficas encontradas corroboram com os achados da literatura recente. A maioria da população na faixa etária mais jovem selecionada está sujeita a uma perda de massa óssea inicial que é a osteopenia, isso nos serve como uma sinalização para uma proposta de prevenção mais direcionada a fatores determinantes da doença como hábito de vida, isso contribuiria para prevenir a perda de massa óssea precoce.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

PINHEIRO, Ozielvia de Azevedo; RODRIGUES, Raquel Miguel. Características Demográficas de uma População Submetida ao Exame de Densitometria Óssea. Perspectivas Online, Campos dos Goytacazes, v. 4, n. 13, p. 194-203, 2010.
(Tamanho: 94,8 KB)

Artigos relacionados:

Correlação entre a Densidade Óssea Mandibular, Femural, Lombar e Cervical

Correlação entre a Densidade Óssea Mandibular, Femural, Lombar e Cervical

Autores: Paula Cabrini Scheibel; Paula Daniele Matheus; Cláudio Cordeiro Albino; Adilson Luiz Ramos.

Introdução: diante da maior frequência de pacientes adultos que se submetem atualmente ao tratamento ortodôntico, as condições gerais de saúde dessa faixa etária têm sido motivo de investigações correlacionadas aos eventos ligados ao metabolismo ósseo, haja vista que os movimentos dentários são dependentes do processo de remodelação óssea, ainda que num nível local. Diferentes padrões de densidade óssea podem acarretar diferentes respostas ao movimento ortodôntico. Objetivos: o presente estudo avaliou a correlação da densidade mineral óssea (DMO) geral com aquela da região mandibular. Métodos: para tanto, 22 mulheres saudáveis, com idades entre 30 e 45 anos, foram selecionadas para os exames de densitometria óssea das regiões lombar, cervical e femural, bem como da região mandibular. Foram testadas as correlações entre essas leituras e, também, estabelecidos valores de referência para as áreas cervical e mandibular. Resultados: os resultados não demonstraram correlação significativa entre a densidade mandibular e as demais áreas estudadas. Houve correlação significativa apenas entre a região cervical e a femural. O valor médio DMO normal para a região mandibular foi de 0,983g/cm² (d.p. = 0,334), enquanto para a região cervical foi de 0,768g/cm² (d.p. = 0,102), e os valores médios para a região lombar e femural foram de, respectivamente, 1,127g/cm² (d.p. = 0,067) e 0,925g/cm² (d.p. = 0,078), esses últimos semelhantes aos valores de referência da Organização Mundial de Saúde. Conclusões: sugere-se que o exame da área femural possa abranger o valor esperado para a área cervical, entretanto há necessidade do exame densitométrico particular para a área mandibular, não sendo adequada a extrapolação dos valores tradicionais (lombar e femural) para estimativa dessa área. Estudos adicionais são necessários para avaliar as variações densitométricas locais e eventual influência sobre a movimentação ortodôntica.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SCHEIBEL, Paula Cabrini; et. al. Correlação entre a Densidade Óssea Mandibular, Femural, Lombar e Cervical. Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, Maringá, vl. 14, n. 4, p. 111-122, jul./ ago. 2009.
(Tamanho: 812 KB)

Artigos relacionados:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Comparação Preliminar entre a Ultrassonografia Quantitativa de Falanges e Densitometria Óssea na Avaliação da Massa Óssea em Adolescentes

Autores: Stênio Bruno Leal Duarte; Wellington Roberto Gomes de Carvalho; Ezequiel Moreira Gonçalves; Roberto Regis Ribeiro; Edson Santos Farias; Daniela de Oliveira Magro; Laís Mariana Ribeiro de Oliveira; Gil Guerra-Júnior.

OBJETIVO: Avaliar associação entre ultrassonografia quantitativa de falanges da mão (QUS) e a densitometria por absorção de raio X de dupla energia (DXA) e desses com os históricos alimentar e de fraturas.
SUJEITOS E MÉTODOS: Após dois anos de acompanhamento de 270 escolares, 10 com massa óssea por QUS abaixo de -2 DP foram incluídos no estudo e avaliados com DXA.
RESULTADOS: A massa óssea por DXA de L1-L4 variou de -2,8 a -1,1 DP e de corpo inteiro -2,9 e -1,2. Três estudantes apresentaram fraturas. Baixa ingestão de cálcio foi observada nos 10 casos, de fósforo em 6 e de vitamina D em 8. Não houve diferença entre os casos com massa abaixo de -2 DP nos três métodos de avaliação. Não foi observada associação entre as fraturas e o histórico alimentar, nem com os valores de massa óssea.
CONCLUSÃO: Neste pequeno grupo de adolescentes houve associação entre QUS e DXA, porém sem associação entre essas avaliações e as fraturas e a ingestão de cálcio, fósforo e vitamina D.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

DUARTE, Stênio Bruno Leal; et. al. Comparação Preliminar entre a Ultrassonografia Quantitativa de Falanges e Densitometria Óssea na Avaliação da Massa Óssea em Adolescentes. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, São Paulo, v. 56, n. 1, p. 19-24, fev. 2012.
(Tamanho: 1,58 MB)

Artigos relacionados:

Artigo da mesma fonte:

Densidade Mineral Óssea de Mulheres Pós-Menopausa em Diferentes Sítios e Avaliação do Risco de Fratura

Densidade Mineral Óssea de Mulheres Pós-Menopausa em Diferentes Sítios e Avaliação do Risco de Fratura

Autora: Érika Miti Yasui.

O rápido envelhecimento da população brasileira cria um contexto de assistência prolongada e específica a morbidades que tendem a ampliar a duração do tratamento, as incapacidades dos indivíduos, os gastos com exames complementares, internações hospitalares e medicação. Dentro desse contexto, a osteoporose, doença intimamente relacionada com o envelhecimento, pode ter um aumento considerável nos próximos anos. Conhecer quem são os indivíduos em risco de desenvolver a doença é fundamental, uma vez que a fratura, sua mais importante consequência clínica, representa gastos elevados com serviços de saúde e está associada à alta taxa de morbidade e mortalidade. O exame indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como padrão-ouro para o diagnóstico da osteoporose é o exame de densitometria óssea (DXA). Devido aos custos e acesso restrito e assim, selecionar candidatos ao exame é uma questão com importantes implicações clínicas e socioeconômicas. O objetivo deste estudo foi avaliar a validade diagnóstica da radiografia panorâmica para identificação de mulheres na pós-menopausa com baixa massa óssea. Foram utilizados: questionário baseado nos fatores clínicos de risco para osteoporose, exame de densitometria óssea (fêmur, coluna e antebraço), radiografia panorâmica digital e o São Paulo Osteoporosis Risk Index (SAPORI). O estudo é do tipo observacional transversal. Os valores de sensibilidade e especificidade, valor preditivo positivo e negativo foram calculados. A amostra foi constituída por 88 mulheres na pós-menopausa com média de idade de 61 anos. A baixa massa óssea no quadril foi observada em 62 mulheres (70,5%), na coluna em 61(69,3%), no antebraço em 78 (88,6%) e 52 (59,1%) na mandíbula. Fratura após os 50 anos de idade foi observada em 17 mulheres (19,3%) e 37 (42%) relataram ocorrência de queda nos últimos 12 meses. A radiografia panorâmica é um instrumento válido para a identificação de mulheres na pós-menopausa com baixa densidade mineral óssea.

Para baixar a tese completa acesse:

YASUI, Érika Miti. Densidade Mineral Óssea de Mulheres Pós-Menopausa em Diferentes Sítios e Avaliação do Risco de Fratura. São Paulo, 2012. (Doutorado em Saúde Pública) Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.
(Tamanho: 668 KB)

Artigos relacionados:

Da mesma fonte:

Influência do Tabagismo e Alcoolismo na Densidade Mineral Óssea

Influência do Tabagismo e Alcoolismo na Densidade Mineral Óssea

AutoresGabriella Santos Basile Martins; Caroline Ivone Fontana Formigari; Larissa de Rezende Mikael; Frederico Timoteo Silva Cunha; Julia Batista Verano; Parizza Ramos de Leu Sampaio; Osvaldo Sampaio Netto.

Objetivo: Avaliar os hábitos de tabagismo e etilismo como fatores de risco para diminuição da densidade mineral óssea e comparar sua prevalência nos grupos de pacientes com densidade mineral óssea normal, osteopenia e osteoporose.
Método: Estudo transversal com aplicação de questionário em 1.380 mulheres que realizaram densitometria óssea por solicitação clínica.
Resultados: Encontramos 5,02% de mulheres com densitometria normal, 2,14% com osteopenia e 14,85% com osteoporose eram fumantes e que 0,87%, 2% e 13,86% faziam uso de álcool, respectivamente para cada grupo. Utilizando o teste t de Student pareado observa-se a diferença significativa na prevalência do hábito de tabagismo e consumo de álcool em pacientes com osteoporose quando comparados com as pacientes com osteopenia (p=0,011 para tabagismo e 0,012 para consumo de álcool) ou densidade mineral óssea normal (p=0,007 para tabagismo e 0,001 para consumo de álcool).
Conclusões: Observamos uma maior prevalência de mulheres com hábitos tabagistas e uso de álcool em pacientes com osteoporose, e por conseqüência um maior risco de fraturas ósseas que podem estar associadas com estes usos.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

MARTINS, Gabriella Santos Basile; et. al. Influência do Tabagismo e Alcoolismo na Densidade Mineral Óssea. Revista de Medicina e Saúde de Brasília, Brasília, v. 1, n. 1, p. 4-9, jan./ abr. 2012.
(Tamanho: 96,6 KB)

Artigos relacionados:

Artigo da mesma fonte:

Especificidade e Sensibilidade da Radiografia Digital da Coluna Lombar como Ferramenta de Auxílio ao Diagnóstico da Osteoporose

Especificidade e Sensibilidade da Radiografia Digital da Coluna Lombar como Ferramenta de Auxílio ao Diagnóstico da OsteoporoseAutores: Lelia Paes Jeronymo; Munir Antonio Gariba.

Introdução: A osteoporose é considerada um distúrbio osteometabólico que tem como característica a diminuição da densidade mineral óssea e a deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, o que ocasiona aumento da fragilidade esquelética e do risco de fraturas. A técnica adotada como padrão-ouro para quantificar massa óssea é a densitometria óssea (DXA). Porém, o alto custo e o consequente baixo acesso da população ao exame dificultam o diagnóstico, o que leva a maior número de pacientes com fraturas e suas consequências. Objetivo: O objetivo desse trabalho é estudar a sensibilidade e a especificidade da radiografia digital da coluna lombar como ferramenta de auxílio ao diagnóstico da osteoporose. Metodologia: O estudo foi realizado com 64 pacientes, sendo 4 do gênero masculino e 60 do feminino, avaliados por radiografia digital e por densitometria quanto à presença ou não de osteopenia ou osteoporose. As radiografias foram analisadas independentemente por três radiologistas experientes e no caso de divergência no laudo, foi considerada a classificação modal. Resultados: Conforme o coeficiente Kappa, o grau de concordância entre as técnicas foi baixo, sendo a sensibilidade e a especificidade da radiografia para o diagnóstico de osteopenia/ osteoporose estimadas em 85% e 16,7%, respectivamente. Conclusão: A radiografia digital mostrou ser uma técnica sensível para verificar se a condição da vértebra no exame apresenta-se normal ou alterada, porém se mostrou pouco específica para distinguir entre osteopenia e osteoporose. Apesar da especificidade da densitometria, a radiografia mostrou ser o melhor método quando há fraturas vertebrais.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

JERONYMO, Lelia Paes; GARIBA, Munir Antonio. Especificidade e Sensibilidade da Radiografia Digital da Coluna Lombar como Ferramenta de Auxílio ao Diagnóstico da Osteoporose. Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 25, n. 3, p. 607-615, jul./ set. 2012.
(Tamanho: 862 KB)

Artigos relacionados:

Diagnóstico e Tratamento da Osteoporose

Diagnóstico e Tratamento da Osteoporose

Autor: Márcio Passini Gonçalves de Souza.

Um artigo de atualização do conhecimento sobre osteoporose corre o risco de ficar desatualizado precocemente, devido ao grande interesse que o estudo e a pesquisa sobre OP despertam hoje nos pesquisadores, nas indústrias farmacêuticas e de equipamentos, nos governos, e até na OMS. Todo ortopedista conhece a OP pelo seu efeito mais deletério, a fratura osteoporótica (FxOP). Por ser uma patologia de quadro clínico não específico a OP sem fratura não levanta suspeita. A FxOP tem um custo econômico (pelo tratamento), social (por suas sequelas) e médico (por óbitos). Muitas fraturas poderiam ser evitadas pelo diagnóstico da OP antes da primeira fratura e, então, muitas incapacidades temporárias e definitivas poderiam ser evitadas, muitas vidas poderiam ser salvas. O conhecimento dos fatores de risco para osteoporose desperta a suspeita e a densitometria óssea ajuda no diagnóstico. O tratamento deve ter por base a fisiopatologia da doença. Assim, na prevenção ou no tratamento da OP, devemos diminuir a atividade do osteoclasto ou aumentar a atividade do osteoblasto, ou os dois. O tratamento ideal é aquele que diminui a incidência de fraturas por melhorar a geometria do osso e sua microarquitetura. O tecido ósseo recém-formado deve ter boa qualidade celular e de matriz, mineralização normal com boa proporção entre osso mineralizado (resistente mecanicamente) e não mineralizado (flexível) e sem acúmulo de danos. O tratamento ideal deve ter taxa de remodelação positiva e efeito terapêutico rápido e duradouro. Este efeito deve ser facilmente detectável. Deve ser seguro.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

SOUSA, Márcio Passini Gonçalves de. Diagnóstico e Tratamento da Osteoporose. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo, v. 45, n. 3, p, 220-229, maio/ jun. 2010.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

Avaliação do Risco de Fractura Osteoporótica: Utilidade da FRAX

Avaliação do Risco de Fractura Osteoporótica - Utilidade da FRAX

Autor: André de Castro Pinho.

As fracturas são uma complicação frequente da osteoporose e tornam-se mais prováveis com valores baixos de densidade mineral óssea (DMO). Contudo, factores clínicos de risco, independentes da DMO, deverão ser atendidos, aquando da avaliação do risco de fractura. A FRAX® foi criada para proporcionar uma avaliação do risco de fractura que integrasse o peso individualizado de vários factores clínicos de risco e da DMO.
Esta revisão tem por objectivos proporcionar uma abordagem compreensiva da FRAX®, descrever as potencialidades e limitações inerentes à sua utilização clínica e expor diferentes formas de aproveitamento da FRAX® em recomendações internacionais sobre osteoporose, comparando com aquelas que vigoram em Portugal.
Idade, género, índice de massa corporal, história pessoal e familiar de fractura osteoporótica, hábitos tabágicos e alcoólicos, tratamento com glicocorticóides e artrite reumatóide são factores de risco independentes que a FRAX® usa, com ou sem valor de DMO, para cálculo de risco absoluto de fractura osteoporótica a 10 anos.
Esta ferramenta, disponível on-line, é a única validada em várias populações mundiais e sob actualização constante, que permite calcular a probabilidade de fractura a longo prazo e identificar pacientes de alto risco.
As características de fracturas prévias, factores associados a quedas, relações dose-resposta de factores de risco são exemplos de aspectos não contemplados pela FRAX®.
A integração da FRAX® em recomendações sobre osteoporose tem facilitado o processo de decisão clínica.
Sendo a correcta identificação dos casos de alto risco de fractura um aspecto importante na decisão de tratamento, seria oportuno a validação da FRAX® em Portugal.

Para visualizar e baixar a dissertação completa acesse:

PINHO, André de Castro. Avaliação do Risco de Fractura Osteoporótica: Utilidade da FRAX®. Porto, 2011. Dissertação (Mestrado em Medicina – Medicina Geral e Familiar) – Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto, 2011.
(Tamanho: 4,19 MB)

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte:

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-Não Comercial 4.0 Internacional.

Detecção de Calcificação de Aorta Abdominal por Densitometria

Detecção de Calcificação de Aorta Abdominal por DensitometriaAutores: Osvaldo Sampaio Netto; Caroline Louise Hasselmann; Evandro Cesar Vidal Osterne; Otoni Moreira Gomes.

Objetivo: Analisar a acurácia da detecção de calcificação da aorta abdominal por meio de densitometria em comparação com a radiografia lateral de coluna. Materiais e Métodos: Casuística de 80 indivíduos, sendo 50 com diagnóstico de calcificação de aorta abdominal e 30 sem calcificação. Densitometria realizada uma única vez em cada participante, com o paciente em decúbito lateral direito. Resultados: Em relação à idade e ao índice de massa corporal tivemos grupos semelhantes, com idade média de 74,56 ± 10,55 anos e 68,40 ± 10,80 anos e índice de massa corporal de 28,94 ± 6,06 kg/m2 e 26,84 ± 4,11 kg/m2 nos grupos com calcificação de aorta abdominal e sem calcificação de aorta abdominal, respectivamente. A comparação estatística da densitometria com a radiografia mostra que são semelhantes na detecção da calcificação de aorta abdominal, com valores de 100% na especificidade e valor preditivo positivo; sensibilidade de 94%, valor preditivo negativo de 90,9% e acurácia de 96,3%. Equivalência qualitativa no diagnóstico foi demonstrada pelo índice de correlação de kappa de 0,922. Conclusão: Os resultados da radiografia e da densitometria são estatisticamente equivalentes, o que permite sugerir a investigação de calcificação de aorta abdominal pela densitometria para a detecção de calcificação da aorta abdominal.

Para visualizar e baixar o artigo completo acesse:

NETTO, Osvaldo Sampaio; et. al. Detecção de Calcificação de Aorta Abdominal por Densitometria. Radiologia Brasileira, São Paulo, v. 46, n. 1, p. 35-38, jan./ fev. 2013.

In English: Detection of abdominal aortic calcification by densitometry.

Artigos relacionados:

Artigos da mesma fonte: